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terça-feira, 28 de setembro de 2010

Intel lança novos processadores para notebooks


Intel expande sua oferta de processadores para notebooks com o lançamento dos seguintes modelos:

- Core i7-640M: Dois núcleos, 2,8 GHz, 4 MB de cache L3, TDP de 35 W, US$ 346
- Core i5-580M: Dois núcleos, 2,66 GHz (3,33 GHz no modo turbo), 3 MB de cache L3, TDP de 35 W, US$ 266
- Core i5-560M: Dois núcleos, 2,66 GHz (3,2 GHz no modo turbo), 3 MB de cache L3, TDP de 35 W, US$ 225
- Core i7-660LM: Dois núcleos, 2,26 GHz, 4 MB de cache L3, TDP de 25 W, US$ 346
- Core i7-680UM: Dois núcleos, 1,46 GHz, 4 MB de cache L3, TDP de 18 W, US$ 317
- Core i5-560UM: Dois núcleos, 1,33 GHz, 3 MB de cache L3, TDP de 18 W, US$ 250
- Celeron P4600: Dois núcleos, 2 GHz, 2 MB de cache L3, TDP de 35 W, US$ 86
- Celeron T3500: Dois núcleos, 2,1 GHz, 1 MB de cache L2, TDP de 35 W, US$ 80

Lembrando que os preços são válidos para o mercado norte-americano.


Fonte: Clube do Hardware

domingo, 26 de setembro de 2010

Placa Mãe MB BioStar p/ Intel G31-M7 TE 755 Box

MB BioStar p/ Intel G31-M7 TE 755 Box


R$ 159,00

CPU SUPPORT:
- Intel® Core™2 Quad Processor 
- Intel® Core™2 Duo Processor 
- Intel® Pentium® Dual-Core Processor 
- Intel® Pentium® D Processor 
- Intel® Pentium® 4 Processor 
- Intel® Celeron® Dual-Core Processor 
- Intel® Celeron® D Processor 
- Intel® Celeron® Processor 400 Sequence 
- Maximum CPU TDP (Thermal Design Power) : 95Watt 

Chipset:
- Intel G31 / Intel ICH7 

FSB:
- Support FSB 533/800/1066/1333/1600(OC)MHz 

MEMORY:
- Support Dual Channel DDR2 533/667/800 MHz 
- 2 x DDR2 DIMM Memory Slot 
- Max. Supports up to 4GB Memory 
&_8251Support DDR2 533MHz While Using FSB 533/1066 CPU 

EXPANSION SLOT:
- 2 x PCI Slots 
- 1 x PCI-E x16 Slot 

STORAGE:
- 4 x SATA2 3Gb/s Connector 
- 1 x IDE Connector 

USB:
- 4 x USB 2.0 Port 
- 2 x USB 2.0 Header 

LAN:
- Realtek RTL8102EL - 10/100 Controller 

INTEGRATED VIDEO:
- Intel Graphics Media Accelerator 3100 On Board Graphic Max. Share Memory 256MB 

CODEC:
- Realtek ALC662 6-Channel HD Audio 

REAR I/O: 
- 1 x PS/2 Mouse 
- 1 x PS/2 Keyboard 
- 4 x USB 2.0 Port 
- 1 x VGA Port 
- 1 x RJ-45 Port 
- 3 x Audio Connector 

INTERNAL I/O:
- 1 x Printer Header 
- 2 x USB 2.0 Header 
- 4 x SATA2 3Gb/s Connector 
- 1 x IDE Connector 
- 1 x Floppy Connector 
- 1 x Front Audio Header 
- 1 x Front Panel Header 
- 1 x CPU FAN Header 
- 1 x System FAN Header 
- 1 x Serial Header 

DIMENSION:
- Micro ATX Form Factor Dimension: 23.5 cm X 17.9 cm ( W x L ) 

OS SUPPORT:
- Support Windows 2000 / XP / XP 64 / Vista / Vista 64 

ACCESSORIES:
- 1 x IDE Cable 
- 1 x SATA Cable 
- 1 x I/O Shield 
- 1 x CD Driver 
- 1 x Quick Guide 

Garantia
12 meses

Micros Completos sem monitor

Computador ORO Intel Celeron D 1.8Ghz, 1Gb, 160Gb, DVD-RW, Freedos


R$ 620,00 A Vista ou 2 x R$ 365,00


Processador
- Intel Celeron D 430
- 1.8Ghz
- 512 KB L2 Cache
- 800 MHz FSB Speed

DVD
- Gravador de DVD LG Preto

HD
- 160Gb Sata

Placa Mãe
- Chipset Intel G31 PCI-E

Memoria
- 1Gb DDR2

Mouse
- Óptico Preto

Teclado
- ABNT2 Preto

Sistema Operacional
- Freedos Pré-Instalado

Caixa de Som
- Alimentação: USB
- Sinal de audio: P2
- Cor: Preta

Leitor de Cartão de Memoria

Garantia
12 meses



















Computador Meoo Intel Atom Dual Core E3300 2.5GHz , 1GB, 500GB, DVD-RW


R$ 650,00 A Vista ou 2 x R$ 385,00




Características:
- Gabinete Preto/Prata
- Intel Atom E330 Dual Core (Integrado)
- 1GB 800MHz DDR2
- 500GB 7200RPM SATA2
- DVD-RW
- Placa de rede 10/100 MBPS - OB
- Placa de som OB
- Placa de vídeo ob
- Linux Ubuntu 10.4

OBS: Não acompanha monitor.

Garantia
12 meses













Computador SpaceBR Celeron D430 1.8GHz, 2GB, 320GB, DVD - Série Marte


R$ 700,00 A Vista ou 2 x R$ 412,00


Características:
- Processador: Intel Celeron D430 1.8Ghz
- Barramento: 800 MHz
- Cache: L2 2MB
- MB padrão Space Tech
- Memória: 2GB 
- Disco Rígido: 320GB Sata 7200RPM
- Drives: DVD-RW 
- Leitor de cartão de memória
- Vídeo: Vídeo Onboard expansível até 224MB compartilhada dinamicamente
- Som: On Board de até 08 canais
- Rede: 10/100
- Teclado: PS2 ABNT II padrão Space BR
- Mouse: PS2 óptico com scrool padrão Space BR
- Sistema Operacional: Linux em Português 
- Conexões: PS2, 01 serial, 01 paralela, 04 USB sendo 02 portas frontais e 02 na parte traseira, 01 VGA, 01 RJ45, 01 entrada para microfone e 01 saída para fone de ouvido

Garantia
12 meses

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Como Funcionam as Fontes de Alimentação

Você pode imaginar a corrente alternada da tomada como uma onda, que oscila 60 vezes por segundo, onde a energia é transmitida através de pulsos, em oposição à corrente contínua usada por circuitos eletrônicos. O uso de corrente alternada reduz brutalmente a perda durante a transmissão a longas distâncias, o que a torna ideal para uso na rede pública.


Aparelhos domésticos como ventiladores, geladeiras e aquecedores trabalham muito bem com corrente alternada, mas aparelhos eletrônicos em geral precisam que ela seja transformada em corrente contínua, o que nos leva à fonte de alimentação.

A função básica da fonte de alimentação (ou PSU, de "power supply unit") é transformar a corrente alternada da rede elétrica em corrente contínua, filtrar e estabilizar a corrente e gerar as tensões de 3.3V, 5V e 12V fornecidas aos demais componentes.

Tudo começa com um estágio de filtragem. Ele tem duas funções: "filtrar" a energia que vem da tomada, removendo ruído e atenuando picos de tensão e ao mesmo tempo evitar que o ruído gerado por componentes da fonte (em especial os transístores que fazem o chaveamento) chegue à rede elétrica, interferindo com outros aparelhos.

Nas boas fontes ele é tipicamente dividido em dois sub-estágios, com parte dos componentes soldados a uma pequena placa de circuito presa ao conector de força e os demais instalados na placa principal, próximos aos pontos de solda dos dois cabos de energia provenientes do primeiro sub-estágio:

Os componentes do filtro incluem tipicamente duas bobinas (L1 e L2), um varístor (encarregado de absorver picos de tensão), que nessa foto está escondido entre a bobina da direita e os fios de energia, um ou dois capacitores X (que usam um encapsulamento retangular, amarelo) e um par de capacitores Y (eles são azuis, parecidos com os varistores dos filtros de linha).

Embora importante, é comum que o estágio de filtragem seja simplificado nas fontes de baixa qualidade, o que é um risco. Nesse caso, é comum que a placa conserve espaços vazios ou sejam usadas pontes (pedaços de fio usados para fechar contato) no lugar de vários dos componentes.

Depois do filtro, chegamos aos circuitos de conversão, que se encarregam do trabalho pesado. Eles são divididos em dois estágios, que são convenientemente chamados de primário e secundário. Cada um deles ocupa uma das metades da fonte, separados pelo transformador principal (a grande bobina amarela), que quase sempre fica bem no meio da fonte.

O estágio primário fica do lado esquerdo, que inclui o capacitor primário, os transístores de chaveamento e um ou dois dos dissipadores, enquanto o secundário domina o lado direito, de onde saem os fios de alimentação:

Em geral, as fontes incluem apenas dois dissipadores, um para cada um dos dois estágios. Essa CX400W das fotos usa um dissipador separado (à esquerda) para o circuito de PFC, por isso ela tem três no total.

Continuando, o estágio primário inclui também a ponte retificadora (o componente maior, preso a um dos dissipadores), um circuito de filtragem e o circuito chaveador. A função deles é retificar e aumentar a frequência da corrente, gerando uma corrente de alta frequência (acima de 100 kHz, contra os 60 Hz da

tomada), com ondas quadradas, que é então enviada ao transformador.

A ideia é reduzir o intervalo entre os ciclos, o que reduz o trabalha necessário para transformá-la em corrente contínua, eliminando a necessidade de usar grandes transformadores, como em fontes antigas.

Isso faz com que as fontes chaveadas sejam não apenas muito mais leves e baratas do que as antigas

fontes lineares, mas também bem mais eficientes. Hoje em dia, até mesmo as fontes de celulares são fontes chaveadas.

A ponte retificadora, juntamente com os transístores de chaveamento (MOSFETs) inevitavelmente transformam uma boa parte da energia em calor, justamente por isso são presos a um dos dissipadores

metálicos. Quando falamos em "transístores" vem à mente a imagem dos transístores minúsculos que formam os processadores, mas a necessidade de lidar com cargas elevadas faz com que os MOSFETs

sejam bem maiores:



Em seguida temos o transformador, que tem a função de reduzir a tensão, produzindo uma corrente de 12V (ainda alternada e de alta frequência), que é enviada ao estágio secundário. Como pode imaginar, ele tem a função de "terminar o serviço", convertendo a corrente alternada de alta frequência fornecida pelo transformador em corrente contínua, utilizando um segundo conjunto de circuitos de retificação e um novo circuito de filtragem, que inclui as bobinas e os vários pequenos capacitores:

Assim como no caso dos transístores do estágio primário, os MOSFETs e retificadores usados no secundário dissipam bastante calor, por isso são conectados a mais um dissipador.

A maioria das fontes usam também um segundo transformador (bem menor), que é usado para gerar as tensões de 5V e 3.3V da fonte, mas alguns projetos utilizam conversores DC-DC para gerá-las a partir da saída do transformador principal, simplificando o projeto.

Fontes antigas usam três transformadores em vez de dois. Este terceiro transformador é usado para isolar eletricamente o controlador PWM. Nas fontes mais atuais ele é substituído por três optoacopladores (um tipo de circuito integrado simples, que inclui um LED e um fototransistor), que desempenham a mesma função, mas de maneira mais eficiente.

Temos aqui uma fonte genérica antiga, que usa o layout com três transformadores. Você pode notar que ela usa bem menos componentes, com transformadores, bobinas e capacitores bem menores, que acompanham a baixa capacidade de fornecimento:


O controlador PWM é um pequeno chip encarregado de monitorar as tensões de saída da fonte e ajustar a frequência do circuito chaveador para compensar qualquer variação. Nas fontes atuais é comum que seja usado um único chip, combinando as funções de controlador PWM e circuito de PFC:


É bastante comum que os fabricantes usem as características dos capacitores como ferramenta de marketing, anunciando que a fonte usa "capacitores japoneses" ou "capacitores de classe industrial".

Naturalmente, é bem melhor que a fonte use capacitores da Hitachi do que de algum fabricante chinês desconhecido, ou que eles sejam certificados para trabalharem a até 105°C em vez de 85°C, por exemplo, mas essa é uma característica que não deve ser levada ao pé da letra.

Os dissipadores também não são necessariamente um indício da qualidade da fonte, já que eles são dimensionados de acordo com a capacidade, eficiência e a potência do exaustor. Uma fonte pode possuir dissipadores grandes e pesados simplesmente por ter um baixo nível de eficiência (e consequentemente dissipar mais calor) ou usar dissipadores modestos por que o fabricante conseguiu desenvolver uma fonte mais eficiente (menos calor para dissipar), ou optou por aumentar a velocidade de rotação do exaustor (mais barulho).

Muitas das etapas de produção da fonte são feitas manualmente, por isso é muito comum encontrar braçadeiras, soldas manuais e até mesmo componentes presos com cola quente, mesmo nas fontes de boa qualidade. É justamente por isso que a grande maioria das fontes são produzidas em países da ásia, onde a mão de obra é mais barata (assim como no caso dos processadores e quase todos os demais produtos eletrônicos).

Construir uma fonte de alimentação é relativamente simples (muito mais do que produzir um processador ou uma GPU, por exemplo) e a tecnologia é bem conhecida e bem documentada. O grande problema é que fontes de qualidade são caras de se construir, o que obriga os fabricantes a fazerem opções com relação à capacidade e à qualidade dos componentes usados, ao mesmo tempo em que tentam diferenciar seus produtos dos oferecidos pelos concorrentes. Isso faz com que as fontes sejam a classe de periféricos onde mais existe variação de qualidade e de preço.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Maior Parte de Conectores em Informática

Recebi esta foto e achei bem interessante de postar para que todos possam ter idéia do grande número de  conectores existentes.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

DDR SDRAM

A Era DDR


A DDR SDRAM foi criada para ter o dobro de desempenho em relação às memória existentes (que passaram a ser chamadas SDR SDRAM) sem aumentar o clock da memória.

A memória DDR SDRAM alcança uma largura de banda maior que a da SDR SDRAM por usar tanto a borda de subida quanto a de descida do clock para transferir dados, realizando efetivamente duas transferências por ciclo de clock. Isto efetivamente quase dobra a taxa de transferência sem aumentar a freqüência do barramento externo. Desta maneira, um sistema com SDRAM tipo DDR a 100 MHz tem uma taxa de clock efetiva de 200 MHz. Com os dados sendo transferidos 4 bytes por vez, a DDR SDRAM fornece uma taxa de transferência de:

[freqüência do barramento da memória] × 2 (pois é uma taxa dupla) × [número de bytes transferidos]

Assim, com uma freqüência de barramento de 100 MHz, a DDR SDRAM fornece uma taxa de transferência máxima de 800 MB/s.

Não foram necessárias grandes modificações nos módulos e nem nas placas-mãe, já que a grande mudança das SDR para as DDR é a inclusão de alguns circuitos adicionais que permitem à memória executar suas operações de transferência de dados duas vezes, uma na borda ascendente e outra na descendente do ciclo de clock, além de usarem as mesmas trilhas para realizar ambas as transmissões.

As memórias DDR se popularizaram devido ao bom ganho em performance sem um considerável aumento no custo.

O grande problema é a demora no ciclo inicial que continua com o mesmo tempo das memórias SDRAM. Com isso, apenas nas leituras de vários setores consecutivos é que percebemos o ganho de performance e a taxa de transmissão nunca dobra realmente, variando de acordo com o aplicativo usado.

Além da freqüência, podemos considerar também a taxa de latência CAS, identificada por CL2, CL3, que representam a temporização CAS de 2 pulsos e 3 pulsos respectivamente, ou seja, o tempo de acesso inicial à memória em ciclos. Por as DDR efetuarem duas operações por ciclo, surgiram os módulos CL2.5 que indicam um meio termo.

A perda de eficiência de um módulo com temporização CAS de 3 pulsos para um com temporização de 2,5 pulsos estaria, teoricamente, entre 16-20 %. Porém, na prática, essa diferença tende a variar na maioria das vezes para baixo devido às demais latências envolvidas no processo de leitura e a atrasos impostos pelos demais subsistemas como a controladora de memória, por exemplo.

Os modelos são especificados de acordo com a freqüência a qual o módulo opera. Por exemplo, uma DDR-400 opera numa freqüência real de 200 MHz multiplicado por 2 pela característica da dupla transferência. Essas especificações indicam a freqüência máxima para a qual seu funcionamento foi comprovado, porém você pode usar o módulo a uma freqüência mais baixa. Uma DDR-400 poderia ser usada em uma placa-mãe configurada para trabalhar a 133 MHz, contudo, nesse caso não haveria ganho de desempenho com relação a um módulo DDR-266, com exceção de pequenas diferenças relacionadas ao valor CAS ou à temporização dos dois módulos.

Há também a possibilidade de aumentar a freqüência do clock para operar em taxas um pouco mais altas, o chamado overclock. Nesse caso, o módulo DDR-400 funcionaria a 215 MHz, por exemplo. Não há perigo em se fazer overclock sem aumentar a tensão da memória, porém não existe garantia de estabilidade. Geralmente módulos CL2 e CL2.5 suportam melhor os overclocks, já que o controlador tem mais margem para aumentar a temporização dos módulos para compensar o aumento na freqüência.

Deve-se ter o cuidado de nivelar por baixo, ou seja, usar a freqüência suportada pelo módulo mais lento ao usar dois módulos de especificações diferentes. Por isso nem sempre é conveniente aproveitar os módulos antigos ao se fazer um upgrade, pois o novo módulo acaba sendo subutilizado.

Existe um chip de identificação chamado de “SPD” (Serial Presence Detect), presente em quase todos os módulos SDRAM e DDR, responsável por armazenar os códigos de identificação do módulo, detalhes sobre a freqüência, tempos de acesso, CAS latency e outras especificações. O SPD é um pequeno chip de memória EEPROM, com apenas 128 ou 256 bytes, que pode ser localizado facilmente no módulo. Através dele, a placa-mãe pode utilizar automaticamente as configurações recomendadas para o módulo, facilitando a configuração. Porém, pode-se desativar essa configuração (by SPD) e especificar outra através do Setup.

DDR SDRAM DIMMs tem 184 pinos (em contra partida dos 168 pinos da SDR SDRAM). As frequencias de clock das memorias DDR são padronizadas pelo JEDEC que é um órgão de padronização de semicondutores da Aliança da Indústrias Eletrônicas.

Modelos

alguns modelos de DDR SDRAM: PC1600 ou DDR200 - 200 MHz clock anunciado, 100 MHz clock real. PC2100 ou DDR266 - 266 MHz clock anunciado, 133 MHz clock real. PC2700 ou DDR333 - 333 MHz clock anunciado, 166 MHz clock real. PC3200 ou DDR400 - 400 MHz clock anunciado, 200 MHz clock real.

Nome padrão Clock dos chips Ciclo de tempo Clock real Dados por segundo Nome do módulo Taxa de transferência

DDR-200 100 MHz 10 ns [1]

100 MHz 200 Milhões PC-1600 1600 MB/s


DDR-266 133 MHz 7.5 ns 133 MHz 266 Milhões PC-2100 2100 MB/s


DDR-300 150 MHz 6.67 ns 150 MHz 300 Milhões PC-2400 2400 MB/s


DDR-333 166 MHz 6 ns 166 MHz 333 Milhões PC-2700 2700 MB/s


DDR-400 200 MHz 5 ns 200 MHz 400 Milhões PC-3200 3200 MB/s


Dual-Channel

Um dos motivos pelos quais os computadores não alcançam todo seu poder computacional é a lentidão das memórias por operarem com freqüências muito inferiores aos da CPU deixando-a ociosa enquanto espera algum dado da memória. O problema é que dificilmente as memórias alcancem um dia às mesmas freqüências de processadores. Enquanto vemos processadores operando a mais de 3 GHz, as memórias continuam com 400 MHz.

Para viabilizar a comunicação de modo mais eficaz, foi criado para os processadores duas freqüências, uma interna, usada internamente para executar as instruções, e outra externa, para acessar dispositivos externos, principalmente a memória. Mesmo assim, ainda não é possível viabilizar a comunicação memória – CPU da forma mais eficiente pois os processadores operam com freqüência no barramento externo ainda acima da maioria das memórias.

Uma solução para minimizar esse problema é a memória Dual-Channel. Essas memórias, ao invés de fazerem comunicação com o processador transferindo 64 bits, ou 8 bytes por vez, transferem 128 bits, ou 16 bytes por vez. Isso significa que elas transmitem o dobro de dados por transferência duplicando sua capacidade em relação às outras memórias.

Assim, uma DDR-400, que opera a um clock real de 200 MHz, realiza duas transferências por ciclo, transferindo 64 bits, tem taxa de transferência máxima de 3.200 MB/s. Sendo ela Dual-Channel, os acessos a memória serão de 128 bits fazendo com que sua taxa de transferência máxima seja 6.400 MB/s.

Porém, para usar essas memórias sua placa-mãe precisa estar apta a suportar essa tecnologia além de utilizar dois módulos de memória iguais e instala-las nos soquetes especificados. Normalmente as placas-mãe com suporte a essa tecnologia traz os soquetes de memória com cores. Dependendo da marca, a instalação deverá ser feita em dois soquetes da mesma cor ou em cores diferentes.

É esperado que nos próximos anos a memória DDR seja substituída pela DDR-II, que apresenta clocks de freqüências mais altas porém utilizando a mesma tecnologia empregada na atual DDR. Competindo com a DDR-II teremos a Rambus XDR, Quad Data Rate (QDR) e Quad Band Memory (QBM) SDRAM. É esperado que a DDR-II se torne padrão entre as memórias RAM dos computadores num futuro próximo, levando em conta que as QDR apresentam circuitos complexos demais para terem um preço acessível, enquanto as QBM e XDR não são muito avançadas.

RDRAM é uma alternativa à DDR SDRAM, porém a maioria dos fabricantes de chipset já não dão suporte a elas.

Frequência de memórias





Memória DDR 400MHz PC3200 de 512MB

As memórias devem ser combinadas sempre com a mesma frequência, códigos e, de preferência, o mesmo fabricante para que não haja travamento (tela azul) ou congelamento de imagens ou memória virtual insuficiente; a tendência atualmente é padronizar micros com no mínimo 2 GB de memória.

Obs.: Isso é um procedimento "aconselhável" mas não obrigatório pois as memórias DDR são projetadas para minimizar esse tipo de conflito. Tanto que memórias DDR 400, por exemplo, possuem as temporizações de 333 e 266 para que sejam compatíveis com placas deste tipo.



Fonte: Wikipedia