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terça-feira, 28 de setembro de 2010

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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Microsoft lança Windows Embedded Standard 7

Aumentar o tamanho das letras A Microsoft anunciou nesta semana que finalizou o desenvolvimento de uma versão do Windows 7 criada para ser executada em TVs, set-top boxes e outros aparelhos.

O Windows Embedded Standard 7, que foi apresentado nesta semana durante a conferência ESC Silicon Valley, também permitirá que o Windows Media Center seja executado em outros aparelhos.

“Com o lançamento do Windows Embedded Standard 7, a Microsoft reforçou seu compromisso com a integração das tecnologias do Windows 7 em outros tipos de aparelhos”, disse Kevin Dallas, da Microsoft.

A versão para PCs do Windows 7 já está em mais de 10% dos computadores em todo o mundo.

O Windows Embedded Standard 7, que antes era conhecido pelo codinome Quebec, foi apresentado pela primeira vez na conferência ESC Boston, realizada em setembro de 2009.

Na época, o Windows Embedded Standard 7 ainda levava o nome Windows Embedded Standard 2011.Aumentar o tamanho das letras A Microsoft anunciou nesta semana que finalizou o desenvolvimento de uma versão do Windows 7 criada para ser executada em TVs, set-top boxes e outros aparelhos.

O Windows Embedded Standard 7, que foi apresentado nesta semana durante a conferência ESC Silicon Valley, também permitirá que o Windows Media Center seja executado em outros aparelhos.

“Com o lançamento do Windows Embedded Standard 7, a Microsoft reforçou seu compromisso com a integração das tecnologias do Windows 7 em outros tipos de aparelhos”, disse Kevin Dallas, da Microsoft.

A versão para PCs do Windows 7 já está em mais de 10% dos computadores em todo o mundo.

O Windows Embedded Standard 7, que antes era conhecido pelo codinome Quebec, foi apresentado pela primeira vez na conferência ESC Boston, realizada em setembro de 2009.

Na época, o Windows Embedded Standard 7 ainda levava o nome Windows Embedded Standard 2011.

Fonte: Microsoft

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Removendo mensagem do Office 2007 não é original

Como apenas retirar o aviso de que o produto não é original. Isto pode ser feito facilmente, basta desinstalar a atualização KB949810. Acompanhe:


1 - Baixe o programa Uninstall Tool


2 - Depois de instalar, abra o Uninstall Tool e entre na aba SISTEMA, isto abrirá uma extensa lista de programas e atualizações do sistema.


3 - Procure o programa OGA Notifier 2.0.0048.0. Clique nele com o botão direito do mouse e ative a opção Desinstalar


4 - Vá no Painel de Controle -> Central de Segurança -> Atualizações Automática e ative a opção Notificar-me de atualizações mas não baixá-las ou instalá-las automaticamente. Com isto, poderá verificar as atualizações antes de fazer o download. Quando aparecer de novo a atualização do office (KB949810) desmarque e bloqueie, depois idsto pode voltar as opções de Atualizações Automáticas para a mesma forma que estava antes.


Lembramos que o usuário deve sempre optar por ter seus programas originais, para não ter este tipo de problema com versões “genéricas”.
 
Fonte: Revista PnP

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Configurar a aba de Inicialização do MSCONFIG

É preciso ter muito cuidado ao trabalhar na área de inicialização, onde o Windows coloca drivers e outros itens que precisam ser inicializados. Não é necessariamente mal ter muitos programas na inicialização, mas é muito interessante verificar a lista cuidadosamente procurando por ítens que possam ser removidos, pois é possível que o sistema esteja realmente carregando coisas desnecessárias ou maléficas.


Mas tome muito cuidado: cada um dos ítens foi colocado lá por algum motivo e sua remoção pode fazer com que partes do Windows funcionem mal ou nem funcionem de todo. Por exemplo, quase todos os ícones da “Área de notificação” do Windows (próximo ao relógio) estão lá devido a entradas na inicialização do MSCONFIG.

Assim, realmente a única maneira segura de remover ítens da inicialização com segurança é pesquisar um a um e ver o que fazem. Para futura referência, vá anotando e fazendo sua própria lista para usar no futuro. Dá um pouco de trabalho, mas compensa. Enquanto não tem sua própria lista, veja algumas sugestões:

Em primeiro lugar, use um BOM programa anti-vírus. Os vírus costumam usar a área de inicialização do Windows para se assegurar de que a máquina infectada realmente carregue o malfeitor a cada vez que o sistema for iniciado. Escaneie o HD inteiro para ter a certeza de que ele está limpo e veja se o antivírus está se atualizando corretamente, pois muitos vírus desativam esta atualização.

Entretanto, ter apenas o antivírus não é mais o suficiente. Um dos maiores aborrecimentos atuais fica por conta dos adwares, pequenos programas que não só redirecionam o browser para os sites dos seus “patrocinadores” como também ficam enviando informações pessoais do usuário sabe-se lá para quem. Aliás, tanto os vírus como os adwares costumam ficar o tempo todo enviando informações pela Internet, fazendo com a conexão fique lenta – em alguns casos, MUITO lenta.

Os programas anti-adware mais comuns são o Ad-aware (www.lavasoftusa.com) e o Spybot Search and Destroy (www.safer-networking.org). Este último tem boas ferramentas não só para remover os adwares mas também para detectar comportamentos suspeitos e para bloquear a alteração das “Opções da Internet” do Windows sem autorização do usuário. As novas versões de antivírus, como o Norton, também detectam e removem adwares.

Outra dica interessante para remover programas indesejáveis é abrir o Painel de Controle e ir no “Adicionar e remover programas”. Analise cuidadosamente a lista, removendo ítens desconhecidos e/ou que não são mais utilizados. Mas não remova programas simplesmente porque você não os reconhece, pois algumas suítes (como o Office) e alguns antivírus instalam múltiplos componentes, com entradas separadas no Painel de Controle.

Tomando estas precauções básicas, boa parte dos vírus e adwares já deverão ter sido removidos, mas alguns deles ainda persistem pois colocam entradas no registro do Windows e se aproveitam do recurso de restauração automática do XP e 2003. Use o “regedit” e procure por palavras-chave como “buy”, “search”, “cjb.net” e outros sites sabidamente instalados por adwares. Remova sumariamente as entradas, mas não sem antes criar um “Ponto de restauração do sistema” para ter condições de reverter as alterações caso faça algo indevido.

No Windows XP, o ponto de restauração é criado indo em Iniciar ä Programas ä Acessórios ä Ferramentas do sistema ä Restauração do sistema. Para finalizar, examine os ícones na bandeja do sistema e remova aqueles que não são utilizados. Por exemplo, tanto o RealPlayer como o QuickTime colocam componentes na bandeja quando são carregados, mas se você os usa raramente e precisa de um pouco mais de performance do sistema ao iniciar pode removê-los de lá.

Feito tudo isto, se você rodar o MSCONFIG verá menos ítens na área de inicialização. Agora, haverá alguma segurança de que o que estiver lá tem alguma razão para isto. Deste ponto em diante será realmente preciso um pouco de pesquisa para fazer uma limpeza mais profunda na inicialização.

Fonte PnP

Fontes de alimentação de potência real

Os computadores modernos consumem cada vez mais energia, principalmente se forem com processador de mais de um núcleo. Por isto, a escolha da alimentação passou a ser importante na hora de comprar um micro de alto desempenho. Existem várias fontes de alimentação de boa qualidade, tais como os modelos da OCZ, Thermaltake, Cooler Master e Seventeam, para citarmos algumas das marcas mais famosas. Mas lamentavelmente a esmagadora maioria dos modelos populares e baratos tem sérios problemas.


As fontes de alimentação são classificadas de acordo com a sua potência – 250W, 300W, 350W, 400W – sendo que o grande problema dos modelos mais simples (e baratos) é que a sua potência real não é a que está na etiqueta. Você pode comprar uma fonte de 400W mas que na realidade não consegue entregar nem 250W.

Se você pesquisar, verá que o preço das fontes “de marca” é maior do que o de fontes “comuns” de mesma potência. A principal razão é que essas fontes mais caras usam em sua classificação a potência REAL e não a chamada potência NOMINAL, isto é, o que deveria ser. Nas fontes mais caras, quando o fabricante declara na etiqueta que ela é de 350 W, ela provavelmente entregará essa potência ou algo muito próximo, ao contrário do que ocorre com as fontes mais baratas.

Para saber qual é a verdadeira potência nominal de uma fonte de alimentação é preciso fazer alguns cálculos usando os números presentes na etiqueta. Toda fonte de alimentação possui ao menos seis saídas: +3,3 V, +5 V, +12 V, -5 V, -12 V e +5 VSB, esta última chamada também de “standby” (espera).

Na etiqueta vem descrita a corrente que cada uma dessas saídas é capaz de fornecer, em Ampères (A). Para saber a potência que cada uma dessas saídas fornece multiplique a tensão da mesma (em Volts) pela corrente (em Ampères). No caso das tensões negativas, desconsidere o sinal de menos.

Vejamos um caso concreto. Determinada fonte é rotulada como sendo de 400 W, mas será que é isto mesmo? Analisemos o caso.

As saídas fornecem as seguintes correntes:

15 A (+3,3 V)

29 A (+5 V)

11,5 A (+12 V)

0,5 A (-5V)

0,5 A (-12 V)

1,5 A (+5 VSB)

Temos então as seguintes potências:

49,5 W (+3,3 V x 15 A)

145 W (+5 V x 29 A)

138 W (+12 V x 11,5 A)

2,5 W (-5 V x 0,5 A)

6 W (+12 V x 0,5 A)

7,5 W (+5 VSB x 1,5 A)

O fabricante que pretende maquiar a potência de sua fonte simplesmente soma todas estas potências individuais. Mas isto é incorreto, pois as fontes de alimentação para PCs usam um conceito chamado “potência combinada”.

Para as saídas de +3,3 V e +5 V deve-se considerar somente o valor da maior potência entre essas duas saídas, ou seja, no nosso exemplo devemos considerar 145 W da saída de +5 V e ignorar o valor 49,5 W da saída de +3,3 V. Isso significa somar o valor de todas as potências individuais, ignorando, porém, o valor da potência da saída de +3,3 V.

Aplicando esta regra, temos que a nossa fonte de alimentação é de 299 W, ou seja: 145 W + 138 W + 2,5 W + 6 W + 7,5 W) e não de 400 W como está na etiqueta, quer dizer, é uma fonte devidamente “maquiada”.

A alegação “técnica” dos fabricantes é de que rotulam suas fontes com a potência “de pico” por elas suportadas. Mas esta é só uma justificativa falsamente técnica para vender um produto inferior parecendo ser outra coisa melhor.

É importante destacar que fizemos este cálculo com base apenas na etiqueta, ou seja, se o fabricante informa errado o valor de potência, porque é que deveria informar as correntes máximas corretamente? Por isto, certamente a fonte acima não consegue entregar nem os 299 W que poderíamos deduzir pela análise da etiqueta. Para saber mesmo qual é a valor certo, só mesmo fazendo testes em um laboratório devidamente equipado.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Os diversos tipos de manutenção: preventiva, corretiva e preditiva

Quando um equipamento quebra é precisa sair correndo atrás de “alguém” para consertar. Se for um micro, então, o desespero é total: “não posso ficar sem ele! TUDO o que tenho está lá!!!!”

Este é um exemplo típico de uma “manutenção corretiva”, onde o conserto é feito depois que o defeito se manifestou. Mas esta situação está longe de ser a ideal. O certo é o técnico de manutenção (e o usuário do equipamento) ter um plano para manter o equipamento sempre em ordem e evitar surpresas.

O ideal, portanto, é fazer uma manutenção corretiva quando tiver acontecido realmente um acidente, um desastre, isto é, algo não previsível. É a mesma coisa que você usar um carro sem fazer as manutenções e ficar “surpreso” quando um belo dia ele te deixa na mão. Assim como o carro, os equipamentos de informática também precisam de manutenção rotineira, justamente para que seu usuário não seja pego de surpresa e tenha que sair correndo atrás do prejuízo.

Você já deve ter percebido, portanto, que existem diversos tipos de manutenção. Sendo mais específico, existem três tipos de manutenção: preventiva, corretiva e preditiva. Vejamos em detalhes:

Manutenção Corretiva

Este é o tipo mais comum aqui no Brasil, notadamente entre os usuários domésticos, mas também existe muita empresa por aí que usa seus equipamentos até eles chegarem “no osso”. E geralmente não têm um plano de emergência ou um equipamento substituto, quando o problema aparece é um corre-corre…
A manutenção corretiva acontece porque o equipamento quebrou de vez ou deixou de funcionar de acordo com o esperado, aí então é preciso acionar o profissional de manutenção para “dar um jeito” na situação. O interessante é que, aparentemente, os equipamentos quebram quando mais se precisa deles. Por isto, o ideal seria que a manutenção corretiva acontecesse raramente, ou seja, deveria ser realmente um acidente.

Para tanto, é preciso caprichar na manutenção preventiva, até porque uma manutenção corretiva geralmente sai mais caro, pois um componente que vai ficando defeituoso acaba forçando as demais partes do equipamento. No caso dos computadores, por exemplo, uma fonte de alimentação cuja ventoinha começa a fazer barulho. O usuário do micro acaba se acostumando com o barulho e vai levando. Só que a ventoinha ruim acaba prejudicando o funcionamento da fonte, esta começa a diminuir sua eficiência, gasta mais energia e começa a não regular adequadamente a energia que vai para a placa-mãe. Esta começa a sofrer com a alimentação ruim, e vai ter sua vida útil encurtada, e assim por diante. Aquela mera ventoinha poderia ter sido trocada logo, aumentando em alguns anos a vida útil do micro.

Manutenção Preventiva

É o procedimento mais barato e garantido, ou seja, corrigir os defeitos antes que se manifestem ou logo que comecem a se manifestar, para causar danos menores. Voltando ao exemplo do carro: não é muito melhor trocar o óleo do motor, a correia dentada e as pastilhas de freio antes que o motor pare ou que o carro se espatife num muro por falta de freio?

Num computador e em qualquer outro equipamento é a mesma coisa. A vantagem de manutenção preventiva é que ela pode ser programada, assim o dono do equipamento não é pego de surpresa. Os procedimentos de manutenção preventiva podem evitar a maior parte dos defeitos dos equipamentos diminuindo ao máximo as manutenções corretivas, que são de longe as mais caras e prejudiciais para quem depende do equipamento.

Manutenção Preditiva

É uma variação da manutenção preventiva, onde os componentes são trocados ou verificados antes que apresentem qualquer defeito. Isto é feito com base em estudos que determinam o MTBF, termo inglês que é uma abreviação de “Maximum Time Between Failures”, ou seja “Tempo Máximo Entre Falhas”.

Como funciona isto? Digamos que os estudos feitos por um fabricante ou empresa especializada indiquem que determinado modelo de disco rígido tem a vida útil estimada em 10.000 horas MTBF. Se ele trabalha 10 horas por dia, isto significa que ele vai durar 1.000 dias ou aproximadamente 3 anos, considerando-se os dias parados. Assim, estes HDs devem ser trocados, por medida preditiva, no máximo cada 3 anos, mesmo que aparentemente estejam funcionando bem. Falando em linguagem popular, seria algo assim: - “Veja bem… este negócio já está pra pifar, é melhor trocar logo…”

O caso dos discos rígidos é típico da falta de atenção com a manutenção. A maioria dos usuários, domésticos e empresariais, só trocam um HD quando ele deixa de funcionar. Mas estes componentes “avisam” bem antes que estão para falhar, aumentando sensivelmente o nível de ruido e começando a apresentar falhas, que vão se avolumando até quebrar por completo. Muita gente confia muito, também, nos HDs e os usa durante anos a fio, e ficam bravos quando perdem tudo o que tinham no HD. Ora essa…

Os procedimentos de manutenção podem se classificar ora como manutenção preventiva, ora como corretiva. O importante mesmo é o técnico de manutenção não se perder, precisa saber exatamente o que está fazendo e seguir uma metodologia. São muitos detalhes a serem lembrados, por isto é importante ter uma seqüência lógica e bem treinada, ensaiada mesmo, para não esquecer de nada.

Devo ou não fazer um curso de Manutenção?

Patindo do ponto de vista de um professor, é certo que eu sempre daria conselhos de que é preciso buscar por conhecimentos, porém nem sempre um curso te traz aquilo que realmente é buscado. Se já existe algum conhecimento em informática, acredito que um curso te traz novos conhecimentos, até pela troca de informações entre colegas e professor. Agora se você está totalmente zero em informática, aconselho um curso de informática básico, é bom lembrar também que não só de manutenção existe a informática, existe ainda a programação e também a área gráfica que também traz uma boa formação para quem gosta. Sempre lembro aos meus alunos que para todo profissional não basta somente fazer um curso e cruzar os braços, muito pelo contrário, o profissional que resolve se dedicar a manutenção de informática deve lembrar que este mercado é altamente dinâmico, e isso deve ser agregado de novas informações que normalmente se busca na própria internet, em fóruns, listas de amizade, blogs, bem como páginas de procura.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Vírus Conficker

Esta nova praga que vem incomodando grande número de usuários do Win XP, este vírus acaba por minar todas as defesas do Windows, impedindo sua atualização e também o acesso a páginas de anti-vírus. Pode deixar seu micro lento e tem conseguido burlar a maior parte dos anti-vírus do mercado.
Não há perda de arquivos, documentos ou dados, apenas roubo de senhas e contrassenhas (outra senha gerada como resposta à senha). O vírus tem a capacidade de escravizar as máquinas e torná-las "zumbis virtuais", sem que os usuários desses computadores saibam a respeito da invasão. Ou seja, computadores afetados passam a ser controlados por uma rede que usa essas máquinas para sobrecarregar sites (com milhares de acessos simultâneos) a fim de derrubar páginas e interromper servidores.
Os sites mais visados são de gigantes da informática --Microsoft, IBM, Dell, por exemplo-- e os governamentais (como o da Casa Branca e o Pentágono, ambos dos EUA). A lista completa, no entanto, não é exata. Tradicionalmente, o que ele faz é tentar se infiltrar em todas as máquinas da rede que não possuam o pacote da Microsoft para causar lentidão na conexão das empresas. O fundamental para o usuário comum é ter atualizações do Windows Update em dia, especificamente o pacote de atualização MS08-067. Se o usuário não o tiver, as chances de infecção são grandes.

Forma de verificar se seu pc está contaminado:
http://www.curiosando.com.br/04/2009/certifique-se-que-seu-pc-esta-livre-do-virus-conficker/